Nesse capítulo eu encerro a apresentação do Andy Valentine, com direito a muito sangue e lembranças do passado. Espero que gostem, cientes que Adam e companhia voltam no próximo capítulo.
Obrigado a você que lê essa história, ficarei muito feliz se comentar deixando sua opinião sincera sobre o que está achando dela.
Em um
pátio de escola, um menino de oito anos desvia o olhar da mãe. Com o uniforme
sujo de lama e sangue, o rosto machucado e os punhos fechados, o pequeno Andy
se prepara para ouvir o sermão. A mulher tem apenas vinte cinco, com cabelos
negros e olhos claros — como os herdados pelo filho — usa blusa social e calça
jeans, com um sapato que bate nervosamente no chão.
— Não
acredito que você fez isso de novo... que vai ser expulso de outra escola! — Olhos
cheios de raiva, pausa para fumar. — Mas o que que tu tem nessa cabeça,
moleque? Merda!?
— Eles
que provocaram. — ele diz, seco. — Se alguém me provoca, eu bato mesmo! — Sorriso
desafiador no rosto.
Um
tapa faz o menino dar um passo para traz. Sua mãe treme de raiva enquanto se
aproxima e aperta o seu rosto com força, olhos com lágrimas e voz tremida,
enquanto diz:
— Quem tá provocando aqui é você! — ela
grita, sua voz ecoando pelos corredores da escola. — Será que não sabe ficar sem arrumar problemas, seu merdinha!?
